Dormir mal por vários dias seguidos pode afetar muito mais do que apenas a disposição ao acordar. A privação de sono contínua altera funções cognitivas, prejudica o sistema imunológico e aumenta o risco de doenças crônicas.
Por isso, entender os impactos é essencial para adotar hábitos que preservem a saúde física e mental.
1. Problemas cognitivos e emocionais
Quando o corpo não recebe o descanso adequado, o cérebro acumula estresse. Pesquisas mostram que a falta de sono reduz a capacidade de concentração, aumenta a irritabilidade e prejudica a memória.
Além disso, noites mal dormidas elevam os níveis de cortisol, hormônio ligado ao estresse, comprometendo a regulação emocional e a produtividade.
2. Sistema imunológico enfraquecido
Dormir mal afeta diretamente a defesa do organismo, tornando-o mais vulnerável a infecções e gripes. A privação prolongada pode dificultar a recuperação de doenças e reduzir a eficácia de vacinas.
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Quando o assunto é qualidade do sono, é necessário implementar uma rotina saudável que garanta uma boa noite de descanso. Muitas vezes, a dificuldade para dormir ou acordar cedo, por exemplo, está relacionada aos hábitos cotidianos que devem ser corrigidos
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Uma noite de sono mal dormida interfere diretamente no humor e no desempenho das atividades do dia seguinte. Além disso, os níveis de irritabilidade, ansiedade e estresse podem aumentar significativamente
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Estudos mostram que o tempo ideal de horas de sono varia para cada pessoa, mas a média mundial é de seis a oito horas por noite. Durante o sono profundo, ocorre a liberação de hormônios importantes para a regulação do organismo
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Muitas pessoas têm sono ruim e nem percebem isso. Na dúvida, que tal adotar algumas técnicas conhecidas como “higiene do sono”?
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1. Crie uma rotina: procure deitar e levantar nos mesmos horários todos os dias, mesmo nos feriados e fins de semana
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2. Durma um pouco mais cedo a cada dia: aproveite o período próximo ao fim das férias para dormir cerca de 30 minutos antes do horário que estava acostumado a ir para a cama a cada dia, até chegar no horário ideal
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3. Levante-se se não conseguir dormir: saia da cama se tiver dificuldade de adormecer. Faça algo relaxante como respirar fundo, ouvir música suave ou ler um livro. Recomenda-se não ligar a televisão ou mexer no celular. Só retorne para a cama quando estiver sonolento
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4. Cama é para dormir: nunca use a cama para estudar, ler, ver TV, ficar no computador ou no celular. O corpo precisa entender que aquele é um ambiente de relaxamento
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5. Mantenha o quarto escuro: ter um quarto completamente escuro, sem luminosidade externa ou luzes de aparelhos eletrônicos facilita o sono
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6. Evite cochilos: limite cochilos diurnos a menos de uma hora de duração e até as 15h, para não prejudicar o sono da noite
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7. Evite alimentos e bebidas estimulantes entre quatro e seis horas antes de deitar. Na lista entram energético, chocolate, café, refrigerantes, chás do tipo preto, verde, mate e chimarrão
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8. Evite fazer exercícios físicos de alta intensidade nas três horas antes do horário programado para deitar. Eles podem deixar a pessoa muito alerta e atrapalhar o sono
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9. Diminua o ritmo: separe de 15 a 30 minutos antes de deitar para relaxar e diminuir o ritmo. Desligar-se de estímulos externos ajuda a sinalizar o cérebro de que é hora de dormir
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10. Evite bebidas alcoólicas e cigarro: eles também prejudicam o padrão do sono
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3. Riscos cardiovasculares e metabólicos
A privação de sono aumenta a pressão arterial e eleva o risco de doenças cardiovasculares. O metabolismo também é alterado, aumentando chances de ganho de peso e diabetes, mesmo em pessoas jovens e saudáveis.
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