Em novo dia de caos, bolsas da Ásia e da Europa derretem após tarifaço


Em mais um dia marcado por uma preocupação generalizada nos mercados globais, os principais índices das bolsas de valores da Ásia fecharam em queda nesta sexta-feira (4/4), repetindo as perdas da véspera.

Na Europa, as maiores bolsas também abriram o dia operando no vermelho, com os investidores repercutindo o anúncio da nova rodada de tarifas comerciais impostas pelo governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Ásia

  • No mercado asiático, que já fechou o pregão desta sexta, o resultado negativo das principais bolsas refletiu o pânico dos investidores. Os países do continente estão entre os mais atingidos pelo novo tarifaço de Trump.
  • Na Bolsa de Hong Kong, o índice Hang Seng recuou 1,52%.
  • Em Tóquio, o índice Nikkei encerrou o dia desabando 2,8%, recuando para o menor nível desde agosto do ano passado.
  • Em Seul, o Kospi registrou perdas menores, de 0,86%.
  • Na China continental, por causa de um feriado local, as bolsas não operaram nesta sexta.
  • Na Tailândia, o índice SET despencou 3,15%.
  • O índice Nifty 50, da Índia, caiu 1,49%.

Europa

  • O cenário não é muito diferente no mercado europeu, que caminha para mais um dia de fortes perdas.
  • Por volta das 9h20 (pelo horário de Brasília), o índice Stoxx 600, que reúne as 600 maiores empresas europeias listadas em bolsas, tombava 4,28%.
  • Na Bolsa de Frankfurt, o índice DAX despencava 5,54%.
  • O CAC 40, da Bolsa de Paris, registrava perdas de 4,66%.
  • O índice Ibex 35, da Bolsa de Madri, operava com perdas ainda maiores, de 6,53%.
  • O FTSE 100, em Londres, também operava no vermelho, com queda de 4,27%.

Retaliação da China

Em escalada ao que pode vir a ser uma guerra comercial sem precedentes, a China anunciou nesta sexta-feira que vai impor uma tarifa de 34% sobre produtos norte-americanos importados, além das tarifas já existentes.

A medida é uma retaliação a Trump, que anunciou uma taxa de 34% contra produtos chineses, que entrarão em vigor no sábado (5/4).

A nova taxa se somará a uma tarifa já aplicada de 20% especificamente a produtos chineses. Ou seja, no total, os produtos chineses vão pagar 54%.

A reação de Pequim aumenta ainda mais as tensões comerciais entre as duas maiores economias do mundo. A tarifa chinesa entrará em vigor a partir de 10 de abril, de acordo com o Conselho de Estado, o gabinete da China.



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jornalismodigitaldf.com.br

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